Continuação!!!!!!!!!!!!

Essa eh a continuação da critica feita por Stephen King sobre os livors da autora J.K, Rowling (série Harry Potter)
4) Tem havido bastante discussão -algumas delas bastante acaloradas - sobre deixar crianças, especialmente aquelas com menos de dez anos, lerem estes livros, que contém cenas de desespero, terror, e até tortura. Qual sua posição quanto a isto? RESPOSTA: Minha posição quanto a isto é na verdade a da minha mãe. Ela costumava dizer, "Se eles são velhos o bastante pra entender o que estão lendo e apreciar o que estão ententendo, deixe-os sozinhos." Eu acrescento uma pequena nota: "Se dá pesadelos, tire." Eu daria estes livros para meus próprios filhos, tivessem eles 9, 7, e 5 anos? Sim, e sem hesitação. O suspesne aqui nunca é lascivo; os medos são mais do balançeados pela simples decência de Harry, Rony e Hermione. Se ensinar lições da vida é uma tarefa que os livros fazem, então os livros de Harry ensinam umas ótimas sobre como se comportar sob pressão. E Rowling nunca dá sermão. Harry e seus amigos me parecem crianças reais, não como personagens perfeitas saídas de um gibi da igreja. A Escola de Hogwarts não se parece nada com a Bob Jones University (uma universidade católica radical dos EUA), e é por isso que os extremistas da direita criticam os livros.
Uma pergunta mais interessante é quando que a Sra Rowling parou de escrever histórias para crianças e começou a escrevê-las para todo mundo, como Mark Twain quando ele escreveu Hucleberry Finn após Tom Sawyer e Lewis Carrol quando ele escreveu Alice no País dos Espelhos após Alice no Pais das Maravilhas? Eu acho que foi um processo - em sua maior parte subconsciente - que começou com o volume 3 (Azkaban) e atingiu velocidade estonteante no volume 4 (Cálice de Fogo). Quando terminamos A Ordêm da Fênix, com suas passagens extraordinárias de medo e desespero, a distinção entre "literatura infantil" e a boa e velha "literatura" deixou de existir. A última aventura de Potter poderia ser O Apanhador no Campo de Centeio, sem as partes sujas e a bebedeira.. os talvez só sem as partes sujas; exatamente o que é cerveja amanteigada, de qualquer jeito?
5) Qual é a melhor coisa em Harry Potter e a Ordem da Fênix? RESPOSTA: Está é fácil. Uma grande obra de fantasia não pode existir sem um grande vilão, e enquanto Vocês-sabem-quem (claro que sabemos: Lord Voldemort) é uma ameaça um pouco distante demais para assumir este posto, a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts faz uma ótima vilã. A sorridente Dolores Umbridge, com sua voz aguda, cara de sapo e dedos gordinhos é a maior vilã com cara amigável desde Hannibal Lecter. O leitor não precisa ser uma criança para se lembrar da Professora Terrível, aquela que nos aterroziva tanto que nós odíavmos a ida à escola de manhã; e nós viramos as páginas parcialmente com esperanças ferventes de que ela vá levar o que merece.. mas também com um medo crescente de sua próxima armação. Pois certamente uma professora capaz de banir Harry Potter do quadribol é capaz de tudo.
6)Por último, quão bons são estes livros? Sério, quão bons eles são? RESPOSTA: Só se pode supor.. assumindo, claro, que não se tem acesso à magníficia Penseira de Dumbledore. Na minha opinião eles são muito melhores do que a trilogia "Fronteiras do Universo", seu único competidor contemporâneo. As crianças (e adultos também) ainda serão doidas por Harry daqui a cem ou duzentos anos? Meu melhor palpite é que ele irá de fato passar o teste do tempo, e ficar na prateleira dos melhores; eu acho que Harry terá seu lugar junto a Alice, Huck, Frodo, e Dorothy, e esta é uma série não somente para a década, mas para eras.
- Postado por: Lary às 17h39
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Stephen King
Stephen King:

Crítica escrita pelo autor Stephen King para a revista Entertainment Weekly em 07/05/03:
O quinto volume da série Harry Potter de J.K. nos mostra Harry e seus amigos se preparando (e morrendo de preocupação) para os N.O.M.s (Níveis Ordinários de Magia). É claro, Harry tem outras coisas em sua mente - a crescente ameaça de Voldemort, também conhecido como Ele- que-não-deve-ser-nomeado, e uma paixão pela bonita Cho Cang são apenas duas delas - mas aqui, falando em exames, estão algumas perguntas (e respostas) minhas. A primeira é a mais importante.. e pode, no final, ser a única que importa no que é o livro mais analisado desde um pequenino sucesso chamado Bíblia.
1) Harry Potter e a Ordem da Fênix é tão bom quanto os outros? RESPOSTA: Não. Este aqui é na verdade melhor. O tom é mais escuro, e isto tem o efeito inesperado - porém muito agradável - de fazer o sagaz e divertido humor negro de Rowling brilhar ainda mais. Onde além de no mundo de Jo Rowling poder-se-ia achar criaturas sobrenaturais mortais coexistindo com luvas vazias que tamborilam os dedos impacientemente, sem mencionar memorandos interdepartamentos que voam de andar para andar no Ministério da Magia como aviões de papel?
2) Há spoilers nesta crítica? RESPOSTA: Não! Mas mesmo se houvesse, que diferença faria? Eu estou apostando que na hora que este texto for impresso, 90 porcento dos potter-maníacos do mundo terão terminado a obra, e estarão começando suas cartas à Sra. Rowling perguntando quando o sexto volume estará pronto.
3) Você disse que este aqui é melhor que Azkaban, melhor que Cálice de Fogo. Ainda há no que melhorar? RESPOSTA: Pelos céus, sim. Em termos da imaginação de Rowling - que deveria ser segurada pelo Lloyd's of London pelos 2 ou 3 bilhões que ela com certeza vai valer no decorrer de sua vida criativa, que deve ser longa -, ela está agora absolutamente em sua melhor forma. Como escritora, no entanto, ela é frequentemente descuidada (personagens nunca simplesmente põem uma roupa; eles "se vestem com toda a pressa") e estranhamente, quase adoravelmente, insegura. A parte do discruso que indica insegurança ("Você realmente me ouviu? Você realmente me entendeu?") é o advérbio, e Rowling parece nunca ter encontrado um que não gostara, especialmente quando se trata da atraibuição de diálogos. O padrinho de Harry, Sirius, fala "exasperadamente"; a Sra. Weasley (mãe do melhor amigo de Harry, Rony) fala "severamente"; Tonks (uma bruxa desastrada com cabelo multi-colorido) fala "seriamente". Quanto ao Harry, ele fala quietamente, automaticamente, nervosamente, vagarosamente e - frequentemente, dado seu caso de adolescência raivosa - nervosamente.
Essas falhas de escrita são mais cativantes do que irritantes; elas são o efeito lógico de uma contadora de histórias nata que está obviamente explodindo com idéias loucamente vívidas e tendo a melhor experiência de sua vida. Mesmo assim, Rowling poderia fazer melhor, e, pelo dinheiro, provavelmente deveria. Em todo caso não há necessidade para todos esses advérbios irritantes (disse ele firmemente), que aparecem em média oito ou dez vezes por página (com 870 páginas, temos quase um livro de -mentes). Porque, realmente - nós ouvimos, nós entendemos, nós aproveitamos. E se ao final do Capítulo Três nós não soubermos que Harry Potter é um garoto abolutamente, completamente e excessivamente nervoso, nós não estamos prestando atenção.
- Postado por: Lary às 18h43
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Essa fotinhu eh do meu lindo Adam Levine,do Maroon 5!
 
- Postado por: Lary às 16h35
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Olha q linda essa fotinhu do Dan,ele tah muito gostoso nessa foto:
 
- Postado por: Lary às 20h44
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